

Último lançamento
Resumão!
Ronald A. Lindsay argumenta que a política identitária contemporânea opera como um conjunto de dogmas que enfraquece critérios públicos de verdade e desloca o debate da evidência para a autoridade de grupo; para sustentar isso, ele critica a tese de privilégio epistêmico baseado em “posição social” (paradoxo do viés), questiona a leitura automática de desigualdades como prova de “racismo sistêmico”, e afirma que a “equidade” entendida como igualdade de resultados exige intervenção permanente e tende a corroer direitos individuais; em paralelo, ele refuta o nacionalismo cristão como narrativa histórica (defendendo a secularidade do projeto constitucional americano) e conclui com uma defesa dos valores iluministas — objetividade metodológica, universalismo e liberdade de expressão — como pilares da democracia liberal.


O que é
O Epistemia Labs é o braço de comunicação pública do Instituto Epistemia. Ele nasce para conectar o que é estudado com rigor no Epistemia Academy ao debate real, traduzindo teoria em análise clara, verificável e útil. Nosso foco é confrontar narrativas prontas (mídia, governo e “senso comum” ideologizado) com estudo honesto, dados e interpretação correta, sempre deixando explícitos os pressupostos, os conceitos e os limites das conclusões.
Como fazemos
Usamos formatos digitais objetivos (vídeos curtos, episódios analíticos, mini-documentários e séries temáticas) para formar um público mais informado, mais racional e mais capaz de julgar o mundo por conta própria. As pessoas chegam ao Epistemia Labs por motivos diferentes, mas com um ponto em comum: querem crescer intelectualmente e na forma de viver. Além de economia, política e filosofia aplicadas, o Epistemia Labs também traz reflexões sobre organização social, vida em comunidade, responsabilidade pessoal, relações humanas e a aplicação prática desses ensinamentos no dia a dia
Último episódio
O socialismo chinês
Neste episódio, a gente destrincha a China por dois ângulos que quase ninguém junta na mesma análise: moeda e transformação econômica.
Primeiro, você vai entender como a China virou um “laboratório monetário” ao longo de séculos: como o dinheiro aparece, como ele evolui, por que o papel-moeda surge como solução prática e, principalmente, o que acontece quando o governo decide controlar a emissão e usa isso para financiar gastos. A ideia aqui é mostrar, de forma bem didática, por que confiança é o ativo central de qualquer moeda.
Depois, a gente muda para a virada econômica: como um país que era rigidamente planejado conseguiu mudar os incentivos, começar pelo campo e abrir espaço para produção, comércio e empreendedorismo crescerem. O foco não é propaganda nem slogan — é mecanismo: o que mudou na prática para as pessoas trabalharem mais, produzirem mais e terem motivo para investir.
Na sequência, entra o ponto que geralmente fica fora do debate: como redes privadas e regras informais (reputação, garantias, padrões) podem sustentar trocas e contratos mesmo quando o Estado é caro, lento ou hostil, e como isso ajuda a explicar a capacidade de coordenação econômica chinesa.
Por fim, a gente conecta abertura ao comércio internacional, investimento estrangeiro, competição e resultados sociais: crescimento acelerado, redução de pobreza, aumento de consumo e integração global — e fecha com uma conclusão direta: o que as pessoas erram quando chamam a China de “socialista” ou de “livre mercado”, e o que dá para aprender com esse modelo sem romantizar nada.

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