

Último lançamento
Resumão!
O resumo mostra que quando planejamento significa direção estatal da produção, ele é incompatível com capitalismo porque substitui coordenação por preços e propriedade privada por comando político. A partir disso, o intervencionismo aparece como uma trajetória: a intervenção altera preços relativos, gera efeitos não pretendidos (escassez, desemprego, distorções de investimento) e, para “corrigir” esses efeitos, exige novas intervenções, empurrando o sistema para controles cada vez mais abrangentes.


O que é
O Epistemia Labs é o braço de comunicação pública do Instituto Epistemia. Ele nasce para conectar o que é estudado com rigor no Epistemia Academy ao debate real, traduzindo teoria em análise clara, verificável e útil. Nosso foco é confrontar narrativas prontas (mídia, governo e “senso comum” ideologizado) com estudo honesto, dados e interpretação correta, sempre deixando explícitos os pressupostos, os conceitos e os limites das conclusões.
Como fazemos
Usamos formatos digitais objetivos (vídeos curtos, episódios analíticos, mini-documentários e séries temáticas) para formar um público mais informado, mais racional e mais capaz de julgar o mundo por conta própria. As pessoas chegam ao Epistemia Labs por motivos diferentes, mas com um ponto em comum: querem crescer intelectualmente e na forma de viver. Além de economia, política e filosofia aplicadas, o Epistemia Labs também traz reflexões sobre organização social, vida em comunidade, responsabilidade pessoal, relações humanas e a aplicação prática desses ensinamentos no dia a dia
Último episódio
O socialismo chinês
Neste episódio, a gente destrincha a China por dois ângulos que quase ninguém junta na mesma análise: moeda e transformação econômica.
Primeiro, você vai entender como a China virou um “laboratório monetário” ao longo de séculos: como o dinheiro aparece, como ele evolui, por que o papel-moeda surge como solução prática e, principalmente, o que acontece quando o governo decide controlar a emissão e usa isso para financiar gastos. A ideia aqui é mostrar, de forma bem didática, por que confiança é o ativo central de qualquer moeda.
Depois, a gente muda para a virada econômica: como um país que era rigidamente planejado conseguiu mudar os incentivos, começar pelo campo e abrir espaço para produção, comércio e empreendedorismo crescerem. O foco não é propaganda nem slogan — é mecanismo: o que mudou na prática para as pessoas trabalharem mais, produzirem mais e terem motivo para investir.
Na sequência, entra o ponto que geralmente fica fora do debate: como redes privadas e regras informais (reputação, garantias, padrões) podem sustentar trocas e contratos mesmo quando o Estado é caro, lento ou hostil, e como isso ajuda a explicar a capacidade de coordenação econômica chinesa.
Por fim, a gente conecta abertura ao comércio internacional, investimento estrangeiro, competição e resultados sociais: crescimento acelerado, redução de pobreza, aumento de consumo e integração global — e fecha com uma conclusão direta: o que as pessoas erram quando chamam a China de “socialista” ou de “livre mercado”, e o que dá para aprender com esse modelo sem romantizar nada.

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