Combater o monopólio é punir quem melhor serve
As leis antitruste são vendidas como guardiãs da concorrência, mas fazem exatamente o contrário: sufocam empresas eficientes e blindam as ineficientes. O problema começa na própria definição de “monopólio”. No mercado livre, monopólio real só existe quando o Estado concede privilégios especiais. Mesmo assim, governos tentam “quebrar monopólios” usando regras vagas e imprevisíveis que tratam sucesso econômico como suspeita de crime. Essas leis funcionam como uma espada pendurada sobre a cabeça de qualquer empreendedor. Critérios como “empresa grande demais”, “preço alto demais”, “preço baixo demais” ou “redução da concorrência” são tão arbitrários que ninguém sabe o que é legal até ser punido. O resultado é simples: medo, paralisia, inovação sufocada e vantagem para quem já está acomodado. Cartéis, fusões e parcerias voluntárias são tratados como pecados, quando na prática são formas legítimas de cooperação que reduzem custos e servem melhor o consumidor. Se levadas ao extremo, as ideias antitruste proibiriam até corporações e parcerias, empurrando a economia de volta para a barbárie produtiva. No fim, leis criadas para proteger o mercado acabam restringindo o próprio comércio e transformando o governo no maior monopolista de todos.


