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O recrutamento militar e o monopólio do sacrifício
O serviço militar obrigatório é vendido como dever patriótico, mas na prática funciona como uma forma disfarçada de monopólio estatal sobre o trabalho humano. Ao arrancar adultos saudáveis do mercado e forçá-los a servir por salários simbólicos, o governo reduz artificialmente a oferta de mão de obra — o que eleva os salários de quem fica, mas às custas de uma economia menos produtiva e de vidas sequestradas pela coerção. Em essência, o recrutamento é uma transação injusta: o Estado paga menos do que o mercado pagaria por um exército voluntário e transforma cidadãos em recursos compulsórios. É o monopólio da força em sua forma mais literal — aquele que decide quem vai lutar, quem vai lucrar e quem vai trabalhar para sustentar tudo isso.
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