Quando “salvar crianças” significa condená-las à pobreza
As leis de trabalho infantil são vendidas como um ato de compaixão, mas escondem um efeito perverso: elas criam desemprego forçado, punem as famílias pobres e reduzem a produtividade de toda a sociedade. Ao proibir jovens de trabalhar, o Estado reduz artificialmente a oferta de trabalho e eleva os salários dos adultos — às custas das famílias com filhos, que ficam mais dependentes e mais vulneráveis. O resultado é uma economia menos eficiente e um padrão de vida mais baixo para todos. Pior: essas leis, junto com a escolarização obrigatória, retiram das famílias a liberdade de decidir o que é melhor para seus filhos, transformando o “direito à infância” em uma prisão legal de oportunidades. Sob o pretexto de proteger, o governo apenas escolhe quem pode — e quem não pode — participar da vida produtiva.


